7 de jul de 2010

Pra que?

Dias de ternura placida, plasma, paira. Paira no ar incertezas, velhas que voltam, novas que inrompem ao nascer. Deixo o que há de vir, abraço-me onde me faz falta. Ai, como tudo é tolo, e eu sorrio inteligente que sou. Vazia? Quem dirá, senta aqui, olha ali, o destino passou por aqui. Ai, varre de mim destino, com tuas ilusoes empueiradas, tudo o que me afasta de ser gente.

De Thiê para a Menina


E eu fiquei toda boba, só assistindo!
Ele que é minha versão masculina

Tai

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